GRANDE NOTÍCIA: Michelle Bolsonaro confirma notícia que alegra os brasileiros

Michelle Bolsonaro, que antes era vista apenas como a esposa discreta do ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje começa a assumir um papel bem mais central no cenário político nacional. Aos poucos — e com uma estratégia que parece pensada nos mínimos detalhes — ela foi deixando de ser apenas uma figura de apoio para se tornar protagonista das articulações de um movimento político que, mesmo fora do poder, ainda tem muita força. E isso tudo tem acontecido enquanto Bolsonaro, impedido de sair de Brasília por decisão do STF, segue recolhido.

Quem acompanha os bastidores da política já percebeu: Michelle não está só fazendo figuração. Ela tem liderado conversas com lideranças religiosas, se reunido com nomes fortes do meio político e surgido como espécie de embaixadora informal do bolsonarismo. A ascensão dela não é acidental. Segundo aliados próximos, faz parte de uma movimentação bem pensada dentro do grupo mais fiel ao ex-presidente, que enxerga nela uma imagem com forte apelo junto ao eleitorado conservador — especialmente entre os evangélicos, grupo com o qual ela se identifica fortemente.

Os primeiros passos de Michelle na política, curiosamente, começaram longe dos holofotes. Nos corredores do Anexo 3 da Câmara dos Deputados, onde ela trabalhava como secretária parlamentar, foi onde tudo começou. Jair Bolsonaro, na época um deputado conhecido por seu jeito provocador e direto, vivia brincando com ela: “Vou casar com você”. Parecia piada. Mas não era. Em seis meses, estavam casados.

Duas décadas depois, muita coisa mudou. Michelle deixou de ser apenas “a mulher do Bolsonaro” e passou a ser um dos nomes mais influentes da nova etapa do bolsonarismo. E isso se intensificou nos últimos tempos, especialmente após os problemas judiciais que atingiram o ex-presidente e limitaram sua presença em eventos e viagens. Sem poder se movimentar tanto, ele recorreu a quem estava mais perto — e de confiança.

A movimentação de Michelle nos bastidores é silenciosa, porém constante. Ela participa de reuniões com lideranças conservadoras, conversa com parlamentares e tem mantido forte presença em eventos religiosos, onde sempre é recebida com entusiasmo. E tudo isso sem precisar dar entrevistas ou fazer declarações públicas. Essa ausência de falas diretas, segundo pessoas próximas, é proposital. Evita polêmicas e mantém sua imagem como figura “acima do jogo sujo” da política, o que agrada bastante sua base.

Aliás, tem sido comum vê-la em cultos evangélicos, congressos religiosos e encontros promovidos por entidades ligadas ao conservadorismo. A imprensa até tenta contato, mas ela evita. Não fala com jornalistas, não dá declarações — mas aparece sorridente ao lado de pastores influentes, líderes comunitários e políticos ligados à direita.

A estratégia é clara: Michelle se posiciona como uma espécie de voz serena do bolsonarismo, enquanto o marido segue enfrentando as turbulências jurídicas. É uma aposta no carisma e na capacidade de diálogo dela com setores que, muitas vezes, se sentem afastados do debate político mais barulhento.

Hoje, há quem diga que Michelle pode até ser testada em urnas futuramente. Um plano presidencial? Ainda cedo pra cravar. Mas uma candidatura ao Senado ou até ao governo do DF não está fora do radar. O que se sabe é que, aos poucos, ela vai ocupando espaços — e ganhando confiança onde o bolsonarismo precisa se manter vivo.

O tabuleiro está em movimento. E Michelle, que antes jogava nas laterais, agora tá bem no centro.